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Notícias / 8 de outubro de 2026

Eu fui checar

Emendas Pix: eu baixei a planilha. O seu deputado mandou dinheiro para onde?

São R$ 26,2 bilhões pagos desde 2023, por 793 parlamentares, para 5.423 destinos. Eu abri a base oficial do governo e montei a lista: quem mais mandou, quem mais recebeu e quanto deu por morador, estado por estado.

Publicado
8 de outubro de 2026
Atualizado
8 de outubro de 2026
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Thiago de Castro. Foto: acervo pessoal
Thiago de Castro. Foto: acervo pessoal

Todo mundo já ouviu falar em emenda Pix. Quase ninguém viu a lista.

Eu fui atrás. Baixei a base oficial do Portal da Transparência, do governo federal, com data de 7 de outubro de 2026. Separei só as emendas Pix do atual mandato, de 2023 até agora, e somei tudo: quem mandou, para onde foi e quanto deu por morador.

Esta reportagem mostra o resultado. No fim, eu ensino você a procurar o nome do seu deputado e do seu senador, em dois minutos.

R$ 26,2 biPagos em emendas Pixde 2023 a outubro de 2026
793Parlamentaresmandaram dinheiro
5.385Cidades receberamde um total de 5.570

Fonte: Portal da Transparência (CGU), base de 7 de outubro de 2026.

O que é emenda Pix

O nome oficial é transferência especial. Funciona assim: o deputado ou o senador escolhe uma prefeitura ou um governo de estado, e o dinheiro federal cai direto na conta. Sem convênio, sem projeto aprovado antes em um ministério.

Por isso o apelido. É rápido como um Pix.

Ela está na Constituição desde dezembro de 2019, no artigo 166-A. A regra diz que pelo menos 70% do valor precisa ir para investimento, como obra e equipamento. E proíbe usar o dinheiro para pagar salário de servidor ou dívida.

Quem criou

A proposta nasceu no Senado em 2015. É a PEC 61, de autoria da então senadora Gleisi Hoffmann, do PT, que depois foi presidente do partido. O Congresso aprovou o texto em 2019, e ele virou a Emenda Constitucional 105.

Vale lembrar isso toda vez que alguém disser que emenda Pix é invenção de um lado só.

O tamanho da conta

No primeiro ano, 2020, foram R$ 621 milhões. Em 2024, R$ 7,68 bilhões. O valor ficou doze vezes maior em quatro anos.

Emendas Pix pagas, por ano da emenda

2020R$ 0,62 bi
2021R$ 2,00 bi
2022R$ 3,32 bi
2023R$ 7,08 bi
2024R$ 7,68 bi
2025R$ 6,92 bi
2026R$ 4,53 bi

Fonte: Portal da Transparência, base de 7/10/2026. O ano de 2026 vai até outubro.

Somando só o atual mandato, de 2023 a outubro de 2026, dá R$ 26,21 bilhões. Desse total, R$ 24,2 bilhões foram para prefeituras e R$ 1,99 bilhão para governos de estado.

Congresso Nacional, em Brasília. Foto: Roque de Sá/Agência Senado, CC BY 2.0

Quem mais mandou

Dezessete parlamentares passaram de R$ 100 milhões cada um. Os dezessete são senadores.

Tem um motivo. A cota de cada senador é maior que a de cada deputado. No Orçamento de 2026, são R$ 72,8 milhões em emendas individuais por senador e R$ 39,9 milhões por deputado. A emenda Pix é uma parte dessa cota.

Os 17 que passaram de R$ 100 milhões em emendas Pix (2023 a outubro de 2026)

Giordano (SP)R$ 130,0 mi
Marcos Rogério (RO)R$ 124,9 mi
Davi Alcolumbre (AP)R$ 123,8 mi
Marcelo Castro (PI)R$ 118,5 mi
Otto Alencar (BA)R$ 117,2 mi
Randolfe Rodrigues (AP)R$ 117,2 mi
Luis Carlos Heinze (RS)R$ 116,3 mi
Nelsinho Trad (MS)R$ 115,6 mi
Jayme Campos (MT)R$ 115,4 mi
Mecias de Jesus (RR)R$ 113,7 mi
Styvenson Valentim (RN)R$ 113,4 mi
Eliziane Gama (MA)R$ 110,2 mi
Rogério Carvalho (SE)R$ 109,9 mi
Zenaide Maia (RN)R$ 106,3 mi
Carlos Fávaro (MT)R$ 106,0 mi
Veneziano Vital do Rêgo (PB)R$ 105,6 mi
Chico Rodrigues (RR)R$ 100,3 mi

Fonte: Portal da Transparência, base de 7/10/2026. Valores pagos.

Na média, cada parlamentar mandou R$ 33,1 milhões em emendas Pix no período. Metade deles ficou abaixo de R$ 28,8 milhões.

Dois jeitos de mandar

O primeiro da lista, o senador Giordano, de São Paulo, concentrou. Foram R$ 130 milhões para só 8 destinos. Osasco recebeu R$ 34,8 milhões. Mairiporã, R$ 25,2 milhões. Morungaba, R$ 20,5 milhões. Ubatuba, R$ 18,1 milhões. Itatiba, R$ 13 milhões.

O senador Luis Carlos Heinze, do Rio Grande do Sul, fez o contrário. Espalhou R$ 116,3 milhões por 215 destinos. O maior deles, São Borja, ficou com R$ 6,4 milhões.

Os dois jeitos são legais. Mas contam histórias diferentes para o eleitor.

Estes são os maiores repasses de um único parlamentar para um único destino:

  • Lucas Barreto para a Prefeitura de Macapá: R$ 64,0 milhões.
  • Jaques Wagner para o Governo da Bahia: R$ 63,7 milhões.
  • Randolfe Rodrigues para o Governo do Amapá: R$ 62,0 milhões.
  • Sergio Moro para o Governo do Paraná: R$ 44,8 milhões.
  • Marco Feliciano para a Prefeitura de Carapicuíba (SP): R$ 44,2 milhões.

Quem mais recebeu

Os 10 maiores destinos das emendas Pix (2023 a outubro de 2026)

Governo da BahiaR$ 408,3 mi
Prefeitura de Macapá (AP)R$ 167,6 mi
Governo de Mato Grosso do SulR$ 161,5 mi
Governo do AcreR$ 161,2 mi
Governo do AmapáR$ 144,0 mi
Governo de São PauloR$ 132,8 mi
Prefeitura de Carapicuíba (SP)R$ 127,0 mi
Governo do PiauíR$ 116,2 mi
Governo de Minas GeraisR$ 100,8 mi
Prefeitura de São João de Meriti (RJ)R$ 83,7 mi

Fonte: Portal da Transparência, base de 7/10/2026.

O Governo da Bahia está muito na frente. Recebeu R$ 408,3 milhões, mandados por 26 parlamentares. É mais que o dobro do segundo colocado.

Entre as prefeituras, Macapá lidera com R$ 167,6 milhões. Carapicuíba, na Grande São Paulo, recebeu R$ 127 milhões, mais que o dobro da capital paulista inteira, que ficou com R$ 59,1 milhões.

Cédula de 100 reais. Foto: Cerdded41, CC BY-SA 4.0

A conta por morador

Aqui o número muda de figura. Eu dividi o que cada prefeitura recebeu pela população do Censo de 2022.

A média do Brasil é de R$ 119 por morador em quase quatro anos.

Emenda Pix por morador: as 10 cidades no topo (2023 a outubro de 2026)

Curral Velho (PB)R$ 6.667
Cutias (AP)R$ 6.255
Itaubal (AP)R$ 6.129
Floresta do Piauí (PI)R$ 5.753
Caroebe (RR)R$ 5.374
São João da Baliza (RR)R$ 5.127
Pracuúba (AP)R$ 5.082
Davinópolis (GO)R$ 4.964
Serra do Navio (AP)R$ 4.872
Caridade do Piauí (PI)R$ 4.836

Fontes: Portal da Transparência e Censo 2022 do IBGE.

Curral Velho, na Paraíba, tem 2.292 moradores e recebeu R$ 15,3 milhões. Dá R$ 6.667 por pessoa.

Agora as maiores cidades do país:

  • Manaus e Recife: R$ 12 por morador.
  • Curitiba: R$ 11.
  • Belo Horizonte: R$ 6.
  • São Paulo e Rio de Janeiro: R$ 5.
  • Salvador: R$ 4.
  • Fortaleza: menos de R$ 1. A capital do Ceará recebeu R$ 1,2 milhão no período inteiro.

A diferença aparece também entre os estados. Somando tudo o que foi para Roraima, dá cerca de R$ 1.125 por morador. No Amapá, cerca de R$ 1.010. Em São Paulo, R$ 48. No Rio de Janeiro, R$ 32.

A explicação está na regra. Todo estado tem três senadores e no mínimo oito deputados, tenha 600 mil ou 44 milhões de habitantes. Cada um deles tem a mesma cota. Estado pequeno recebe muito mais por cabeça.

Estado por estado

Em cada linha: o total que o estado recebeu, o parlamentar que mais mandou para lá e o maior destino. Valores de 2023 a outubro de 2026.

  • Minas Gerais: R$ 2,52 bilhões. Mais mandou: Carlos Viana (R$ 96,2 milhões). Maior destino: Governo de Minas (R$ 100,8 milhões).
  • Bahia: R$ 2,17 bilhões. Mais mandou: Otto Alencar (R$ 117,1 milhões). Maior destino: Governo da Bahia (R$ 408,3 milhões).
  • São Paulo: R$ 2,12 bilhões. Mais mandou: Giordano (R$ 130,0 milhões). Maior destino: Governo de São Paulo (R$ 132,8 milhões).
  • Rio Grande do Sul: R$ 1,61 bilhão. Mais mandou: Luis Carlos Heinze (R$ 115,9 milhões). Maior destino: Porto Alegre (R$ 38,2 milhões).
  • Paraná: R$ 1,29 bilhão. Mais mandou: Ricardo Barros (R$ 59,8 milhões). Maior destino: Governo do Paraná (R$ 73,8 milhões).
  • Pernambuco: R$ 1,24 bilhão. Mais mandou: André Ferreira (R$ 64,6 milhões). Maior destino: Bom Jardim (R$ 43,0 milhões).
  • Maranhão: R$ 1,18 bilhão. Mais mandou: Eliziane Gama (R$ 110,2 milhões). Maior destino: Governo do Maranhão (R$ 82,0 milhões).
  • Ceará: R$ 1,13 bilhão. Mais mandou: Robério Monteiro (R$ 64,4 milhões). Maior destino: Tauá (R$ 45,0 milhões).
  • Pará: R$ 1,13 bilhão. Mais mandou: Beto Faro (R$ 94,4 milhões). Maior destino: Ananindeua (R$ 53,4 milhões).
  • Santa Catarina: R$ 1,06 bilhão. Mais mandou: Ivete da Silveira (R$ 88,6 milhões). Maior destino: Joinville (R$ 36,4 milhões).
  • Goiás: R$ 936 milhões. Mais mandou: José Nelto (R$ 63,1 milhões). Maior destino: Novo Gama (R$ 38,3 milhões).
  • Piauí: R$ 934 milhões. Mais mandou: Marcelo Castro (R$ 118,2 milhões). Maior destino: Governo do Piauí (R$ 116,2 milhões).
  • Paraíba: R$ 824 milhões. Mais mandou: Veneziano Vital do Rêgo (R$ 105,3 milhões). Maior destino: Governo da Paraíba (R$ 48,9 milhões).
  • Amapá: R$ 741 milhões. Mais mandou: Davi Alcolumbre (R$ 123,8 milhões). Maior destino: Macapá (R$ 167,6 milhões).
  • Sergipe: R$ 731 milhões. Mais mandou: Rogério Carvalho (R$ 109,6 milhões). Maior destino: Governo de Sergipe (R$ 75,3 milhões).
  • Rondônia: R$ 719 milhões. Mais mandou: Marcos Rogério (R$ 124,9 milhões). Maior destino: Nova Mamoré (R$ 39,0 milhões).
  • Roraima: R$ 716 milhões. Mais mandou: Mecias de Jesus (R$ 113,6 milhões). Maior destino: São Luiz (R$ 72,9 milhões).
  • Tocantins: R$ 716 milhões. Mais mandou: Eduardo Gomes (R$ 95,8 milhões). Maior destino: Porto Nacional (R$ 28,7 milhões).
  • Acre: R$ 688 milhões. Mais mandou: Marcio Bittar (R$ 83,2 milhões). Maior destino: Governo do Acre (R$ 161,2 milhões).
  • Rio Grande do Norte: R$ 664 milhões. Mais mandou: Styvenson Valentim (R$ 113,1 milhões). Maior destino: Natal (R$ 28,4 milhões).
  • Alagoas: R$ 620 milhões. Mais mandou: Fernando Farias (R$ 85,7 milhões). Maior destino: Matriz de Camaragibe (R$ 33,5 milhões).
  • Mato Grosso do Sul: R$ 535 milhões. Mais mandou: Nelsinho Trad (R$ 115,3 milhões). Maior destino: Governo de Mato Grosso do Sul (R$ 161,5 milhões).
  • Rio de Janeiro: R$ 508 milhões. Mais mandou: Julio Lopes (R$ 47,6 milhões). Maior destino: São João de Meriti (R$ 83,7 milhões).
  • Mato Grosso: R$ 479 milhões. Mais mandou: Jayme Campos (R$ 115,4 milhões). Maior destino: Governo de Mato Grosso (R$ 36,7 milhões).
  • Espírito Santo: R$ 477 milhões. Mais mandou: Evair Vieira de Melo (R$ 50,7 milhões). Maior destino: Governo do Espírito Santo (R$ 61,8 milhões).
  • Amazonas: R$ 431 milhões. Mais mandou: Plínio Valério (R$ 80,2 milhões). Maior destino: Coari (R$ 68,3 milhões).
  • Distrito Federal: R$ 53 milhões. Mais mandou: Celina Leão (R$ 16,1 milhões). Maior destino: Governo do Distrito Federal (R$ 36,2 milhões).

Um detalhe que chama a atenção: o Rio de Janeiro, terceiro estado mais populoso do país, recebeu menos que Roraima, o menos populoso.

Plenário do Senado Federal. Foto: Senado Federal, CC BY-SA 4.0

Isso é crime?

Não. Emenda Pix é legal e está na Constituição. Aparecer nesta lista não significa ter feito nada errado. Muita cidade pequena só consegue trocar a ambulância ou asfaltar a rua por causa dela.

O problema é outro: saber onde o dinheiro foi gasto depois que caiu na conta.

Em agosto de 2024, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu os pagamentos até que houvesse plano de trabalho e rastreio. O plenário manteve a decisão. Em novembro de 2024, o Congresso aprovou a Lei Complementar 210, com regras novas.

Em janeiro de 2026, o Tribunal de Contas da União abriu uma auditoria sobre R$ 22 bilhões em emendas Pix de 2020 a 2024. Em julho saiu o primeiro resultado. De 100 repasses examinados, 82 tinham algum problema. O prejuízo estimado foi de R$ 49 milhões, um quarto do valor conferido. Os casos mais comuns: falta de transparência, pagamento sem nota válida e obra não entregue.

O que joga contra esta conta

Toda lista tem limite. Estes são os da minha:

  • Pago é diferente de gasto. A base mostra o dinheiro que saiu de Brasília e entrou na conta da prefeitura ou do estado. Ela não mostra em que ele foi usado.
  • A base não traz o partido nem o cargo. Por isso eu não fiz ranking por partido. Os nomes aparecem como estão registrados no Portal da Transparência.
  • São 793 nomes para 594 cadeiras. As emendas de 2023 foram apresentadas em 2022, pelo Congresso anterior. A lista inclui quem não se reelegeu e também suplentes.
  • Cidade muito pequena distorce a conta por morador. Uma obra de R$ 15 milhões pesa muito mais em um município de 2 mil habitantes.
  • O ano de 2026 está incompleto. Os dados vão até a atualização de 7 de outubro.
  • Valor alto não é sinal de irregularidade. Senador tem cota maior e fica no topo por regra, não por esperteza.

Como achar o seu deputado

Leva dois minutos e é de graça:

  1. Abra o Portal da Transparência, na página de emendas parlamentares.
  2. No filtro de autor, digite o nome do deputado ou do senador.
  3. No tipo de emenda, escolha "transferências especiais". É o nome oficial da emenda Pix.
  4. Clique na emenda para ver a lista de favorecidos: a cidade e o valor.

Depois, a pergunta vai para a prefeitura: em que esse dinheiro foi usado?

O que os candidatos dizem

O plano de governo de Flávio Bolsonaro, registrado no Tribunal Superior Eleitoral, trata do assunto na página 68. Promete mais transparência, controle e rastreio nas emendas parlamentares, ligadas às prioridades do Plano Plurianual.

Na minha opinião, é o mínimo. O dinheiro é seu. Você tem o direito de saber para onde ele foi e de cobrar de quem você elegeu.

Supremo Tribunal Federal, em Brasília. Foto: Agência Senado, CC BY 2.0

Perguntas que chegam nos comentários

O que é emenda Pix?

É o apelido da transferência especial. O deputado ou o senador indica uma prefeitura ou um governo de estado, e o dinheiro federal cai direto na conta, sem convênio. Está no artigo 166-A da Constituição desde 2019.

Emenda Pix é ilegal?

Não. Ela é prevista na Constituição. O que o Supremo e o Tribunal de Contas da União cobram é transparência: plano de trabalho e prestação de contas sobre o uso do dinheiro.

Quem criou a emenda Pix?

A proposta original é a PEC 61, de 2015, da então senadora Gleisi Hoffmann, do PT. O Congresso aprovou o texto em 2019, como Emenda Constitucional 105.

Quanto já foi pago em emendas Pix?

De 2023 a outubro de 2026, R$ 26,2 bilhões, segundo a base do Portal da Transparência de 7 de outubro de 2026. Desde a criação, em 2020, são R$ 32,1 bilhões.

Quem mais mandou emenda Pix?

O senador Giordano, de São Paulo, com R$ 130 milhões no período. Dezessete parlamentares passaram de R$ 100 milhões, todos senadores.

Qual cidade mais recebeu por morador?

Curral Velho, na Paraíba: R$ 6.667 por morador, com 2.292 habitantes no Censo de 2022. A média do Brasil é de R$ 119.

Como eu vejo as emendas do meu deputado?

No Portal da Transparência, na página de emendas parlamentares. Busque pelo nome do autor e filtre o tipo "transferências especiais".

O carrossel que trouxe você até aqui foi feito pela equipe da Revista De Castro.

A gente pesquisa, escreve, escolhe as fotos e monta as 20 páginas no estilo revista, prontas para postar. Você só aprova.

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Fontes desta materia

  1. Portal da Transparência (CGU), base de dados Emendas Parlamentares, arquivo gerado em 7 de outubro de 2026
  2. Portal da Transparência (CGU), consulta de emendas parlamentares por autor e por favorecido
  3. Planalto, Emenda Constitucional 105, de 12 de dezembro de 2019 (cria a transferência especial, artigo 166-A)
  4. Câmara dos Deputados, Promulgada PEC que permite transferência direta de verbas de emendas a estados e municípios
  5. Gazeta do Povo, PEC que criou emenda Pix foi proposta pela presidente do PT
  6. IBGE, Censo Demográfico 2022, população residente por município
  7. Congresso em Foco, Congresso aprova Orçamento de 2026 (valor das emendas individuais por deputado e por senador)
  8. Congresso em Foco, TCU aprova plano de auditoria das emendas Pix de 2020 a 2024, 28 de janeiro de 2026
  9. O Povo, TCU encontra irregularidades em 82% das emendas Pix auditadas e estima prejuízo de R$ 49 mi, 30 de julho de 2026
  10. Correio Braziliense, Flávio Dino vota para manter a suspensão das emendas Pix, agosto de 2024
  11. Planalto, Lei Complementar 210, de 25 de novembro de 2024 (regras para emendas parlamentares)
  12. Revista De Castro, Plano de governo de Flávio Bolsonaro: as 76 páginas explicadas (página 68)